"So I think It’s Time For Us to Have a Toast" – Kanye West (Runaway)

As discussões em torno de sua música deram lugar à polêmica envolvendo seu novo clipe

Por Romulo Rodhrigues

A cantora MIA lançou no início de maio seu mais novo álbum, / \ / \ / \ Y / \ (é esse mesmo o nome do disco, escrito dessa forma, em referência ao nome original da cantora, Maya), e com ele o clipe da música Born Free. E foi aí que a polêmica começou. Em mais de 8 minutos de vídeo, Born Free gira em torno de um único tema: a violência. E ela está presente no clipe das mais diversas formas, seja verbal ou física, e nos mais diversos graus. A repercussão (negativa) foi tão forte que o vídeo foi censurado no You Tube.

O novo álbum de MIA será lançado dia 13 de julho

MIA é uma cantora nascida no Sri Lanka, naturalizada britânica. Desde o lançamento de seu primeiro álbum ela já começou a despertar a atenção da crítica, misturando rap, ragga e música eletrônica. Por aqui no Brasil, o que a tornou famosa foi o sample da base do funk Injeção de Deise Tigrona, em Bucky Done Gun, um dos seus maiores hits.

Assim que lançou o vídeo de Born Free, MIA foi bombardeada por críticas de todos os lados. A cantora disse não entender o porquê de tanta polêmica em relação ao seu clipe. Segunda ela, o clipe novo do Justin Bieber, por exemplo, é muito mais violento que seu vídeo, representando uma violência contra seus sentidos (palmas pra MIA, depois de dizer isso ela merece). Mas nós, do Cactus, ainda não encontramos uma razão para tanta violência em Born Free e ainda estamos procurando algum mecanismo que sirva para o entendimento da história, já que as ações não se justificam sozinhas. A única coisa que pode fazer com que o clipe faça um pouco de sentido seria o fato dele fazer uma crítica à própria violência, ou à banalização dela, especialmente em relação aos jovens.

Pois bem, você pode assistir à Born Free e tirar suas próprias conclusões.

Para ver o vídeo, clique aqui. Ele está disponível na íntegra no site da cantora e já conta com mais de 2,5 milhões de visualizações.

Aviso: este clipe contém fortes cenas de violência explícita, física e moral.

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