"So I think It’s Time For Us to Have a Toast" – Kanye West (Runaway)

Arquivo para agosto, 2010

10 Melhores Covers de Todos os Tempos!

De todos os tempos? Ops, é força do hábito. Mas, como esse blog é pretensioso, vai assim mesmo!


Hurt – Johnny Cash (Original: Nine Inch Nails)

Hurt – Johnny Cash

Johnny Cash transforma uma música lado B e underground (não é uma crítica) numa das mais emocionantes canções que você já ouviu. Hurt ganha ainda mais significado nessa cover, após a morte do cantor.

Hurt – Nine Inch Nails

My Way – Sex Pistols (Original: Frank Sinatra)

My Way – Sex Pistols

A versão dos Sex Pistols para o clássico de Sinatra pode até parecer uma heresia nesta lista, mas não é. Essa versão simboliza exatamente a essência do Punk Rock e desconstrói a versão original.

My Way – Frank Sinatra

Girls Just Wanna Have Fun – Cyndi Lauper (Original: Robert Hazard)

Girls Just Wanna Have Fun – Cindy Lauper

Só mais uma música comum na carreira de Robert Hazard. Simplesmente um dos maiores hinos oitentistas na versão de Cyndi Lauper!

Girls Just Wanna Have Fun – Robert Hazard

Hallelujah – Jeff Buckley (Original: Leonard Cohen)

Hallelujah – Jeff Buckley

Ambas as músicas são de uma beleza única. A versão de Buckley é mais despida e o refrão não tem o coral da música original (achamos melhor).

Hallelujah – Leonard Cohen

I Will Survive – Cake (Original: Gloria Gaynor)

I Will Survive – Cake

Uma das covers mais interessantes já feitas! O hino das pistas de dança (e dos gays) I Will Survive totalmente reciclado e repaginado na versão do Cake.

I Will Survive – Gloria Gaynor

Jolene – The White Stripes (Original: Dolly Parton)

Jolene – The White Stripes

Nos referimos à versão ao vivo de Jolene dos White Stripes, não que a de estúdio não seja boa, mas somente ao vivo Jack White consegue dar à canção toda a carga dramática que ela pede. Nos perguntamos porque a versão de estúdio não foi grava da assim!

Jolene – Dolly Parton

Respect – Aretha Franklin (Original: Otis Redding)

Respect – Atetha Franklin

Se Respect de Otis Redding já se tornou um clássico, a cover de Aretha Franklin supera a original.

Respect – Otis Redding

American Woman – Lenny Kravitz (Original: Guess Who)

American Woman – Lenny Kravitz

Do rock para o R&B/Pop: American Woman vale a pena tanto pela original quanto por esta cover, que acabou sendo a melhor música da carreira de Lenny Kravitz.

American Woman – The Guess Who

Cupid – Amy Winehouse (Original: Sam Cooke)

Cupid – Amy Winehouse

Aqui Amy Winehouse confere toda a sua personalidade a Cupid de Sam Cooke. Não supera a original, mas não tem essa intenção. Amy demonstra o verdadeiro sentido de uma cover: dar a sua versão para a música de outro artista. E que ótima versão! Mas recomendamos que ouçam a original, é muito boa.

Cupid – Sam Cooke

Lady Marmelade – Christina Aguilera, Pink, Mia e Lil’ Kim (Original: Patti LaBelle)

Lady Marmelade – Christina Aguilera, Pink, Mia e Lil’ Kim

A trilha sonora de Moulin Rouge se tornou uma das músicas pop mais famosas do mundo. A deliciosa orgia musical do quarteto pop reveste o hit de Patti LaBelle de brilho e plumas.

Lady Marmalade – Patti LaBelle

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O Último Exorcismo: O Resgate dos Filmes de Possessão Demoníaca?

O filme estreou no último dia 27 de agosto nos Estados Unidos e chega dia 24 de setembro por aqui. Para abrir a coluna Trailetrizante, que vai sempre trazer um trailer especial toda semana, escolhemos O Último Exorcismo, que estreou cercado de expectativas nos EUA. Vamos ver o trailer?

O Último Exorcismo, Daniel Stamm (2010)

Após o clássico O Exorcista, instituiu-se na indústria do cinema americano um subgênero do terror: os filmes de possessão demoníaca. O próprio precursor do gênero provocou o nascimento de filmes diretamente derivados, como O Exorcista II: O Herege, O Exorcista III, O Exorcista: O Início e Domínio: Prequela de O Exorcista. Todos de qualidade muito inferior, que não chegam nem a fazer sombra para o original. Outros filmes inspirados foram lançados: Abby, Uma Noite Alucinante 1, 2, e 3, Amityville 2: A Possessão, A Queda, O Exorcismo de Emily Rose

O subgênero parece ser sempre um filão lucrativo do cinema de terror e tem fãs fiéis. E, agora em 2010, chega o Último Exorcismo e o que poderia ser mais uma tentativa fracassada e clichê parece ter conquistado público e crítica. O filme de Daniel Stamm foi gravado como se fosse um documentário e traz a história do último exorcismo (jura?) do reverendo Cotton Marcus, realizado numa área rural de Lousianna. A possuída em questão é Nell, filha adolescente de Louis Sweetzer, que chama o padre para tentar salvar a sua filha.

Promessas de cenas realistas são o chamariz principal do filme, que conta com uma fórmula mais batida que Romeu e Julieta. A mistura de documentário e ficção logo remetem ao excelente filme espanhol REC, que transforma um clichê num dos filmes mais interessantes dos últimos anos. Outras possíveis referências são: Atividade Paranormal e A Bruxa de Blair.

Tudo isso só demonstra uma coisa: o gênero dos filmes de terror precisa inovar e criar roteiros e abordagens mais inteligentes, para sua própria sobrevivência. Ok, qual gênero não precisa? Mas os filmes de terror têm a obrigação de serem mais ousados, essa deve ser a própria essência do gênero.

O Último Exorcismo logo tomou a dianteira nas bilheterias americanas, mas no último minuto, Takers acabou levando o número um. Foram $20,512,304 contra $20,366,613, quase um empate. Mas a verdade é que O Último Exorcismo ficou com a medalha de prata.

Klaxons: A Psicodelia Pop Espacial

Surfing The Void é um disco excitante e pretensiosamente alucinante

Depois de The Suburbs do Arcade Fire, chega às lojas mais um excelente álbum: Surfing The Void. E, na nossa avaliação, é simplesmente o disco de rock do ano!

Com seu segundo álbum de estúdio a banda, que viveu a pressão de superar o aclamado disco anterior, Myths Of The Near Future, embarca numa odisseia espacial em busca de inspiração e não poderia ter dado tão certo. Lembra Arctic Monkeys, só que melhor! Nos perdoem fãs de Arctic Monkeys, mas temos que dizer isso, apesar de também gostarmos da banda. A banda representa o New Rave, estilo musical que poderíamos resumir como a síntese de grande parte da música atual: (indie) rock, pop, música eletrônica, techno.

O som do Klaxons sempre remete a uma ideia de expansão, ir além e transcender e este novo disco trabalha com esses temas em suas letras e propõe uma viagem interplanetária, um tour por novas dimensões. Obviamente que somente através da sonoridade que essa intenção poderia se concretizar, uma vez que é o som que transmite as ideias contidas nas letras. E poucas vezes vemos um trabalho tão bem sucedido nesse sentido. É excitante, empolgante, alternativo sem deixar de se comunicar com o mainstream.

Ecos, O Mesmo Espaço, Surfando no Vácuo, Vales de Árvores Calmas, Venusia, Extra Astronômico, Chamas Gêmeas, Flashover (ignição súbita, ou seja, um processo de incêncio rápido e generalizado, para resumir o termo da Física), Memórias Futuras e Velocidade da Cifra. Sim, esses são os títulos das faixas traduzidos, ou, em alguns casos, uma tentativa de. O que só nos mostra os temas e as inspirações da banda.

As melhores faixas do álbum são: Echoes, Surfing The Void e Flashover, com lindas melodias e peso na medida certa. Ouça abaixo a excelente faixa-título do disco:

O melhor disco de rock de 2010 já foi lançado e, parabéns Klaxons! 2010 não seria a mesma coisa sem esse belo lançamento.

Katy Perry – Teenage Dream: Uma Repetição de Fórmulas

Katy Perry mantém o estilo de seu primeiro álbum e prefere não correr riscos

O segundo álbum de estúdio da cantora Katy Perry finalmente chega às lojas nesta semana. A cantora, que vem dominando as paradas de sucesso nos últimos meses, lança o álbum Teenage Dream e aposta em fórmulas repetidas. Katy mantém o estilo Lolita de One Of The Boys, além dos hits grudentos e cansativos. Mas há um porém: Teenage Dream consegue ser pior que One Of The Boys. Repleto de músicas descartáveis (alguns até podem pensar: o que no mundo pop não é descartável? Mas não é bem assim, ainda há sopros de criatividade na música pop), o álbum não traz o bom humor de músicas como Wakin’ Up In Vegas ou Hot ‘n’ Cold.

Caminhando num festival de superficialidades, Katy mergulha em temas como festa, relacionamentos, sexo e mais clichês. Talvez a única música realmente interessante do álbum seja California Gurls, há alguma coisa inteligente aí, talvez seja a inspiração nos Beach Boys. Mas o superhit se mostra ainda mais legal por causa do clipe, nada muito original, mas muito bem feito e lindíssimo.

Confira o clipe de California Gurls:

Outra música que também se salva é Firework, mas ainda não chega a ser nada espetacular. E é só. A música Peacock soa tão ridícula que seu significado em inglês é exatamente o que ela parece ser em português: uma música sobre o órgão sexual masculino (!). Teenage Dream carece de criatividade e falha ao repetir fórmulas do mundo pop e da própria Katy, como refrões repetitivos, ritmos fáceis e pegajosos.

Com medo de arriscar, Katy Perry se apega ao lugar comum e consegue se manter no topo das paradas de sucesso.

Um Guia Para “Scott Pilgrim Contra o Mundo”!

Tudo o que você precisa saber sobre o filme Scott Pilgrim!

Scott Pilgrim é uma adaptação da série em quadrinhos de mesmo nome, que conta a história de um jovem canadense, que é um herói desocupado e baixista de meio expediente que vive em Toronto, no Canadá, e toca na banda Sex Bob-omb. Pilgrim se apaixoma por uma garota americana, mas para ficar com ela, ele precisa derrotar os sete ex-namorados do mal dela.

O filme é, ao mesmo tempo, uma comédia/aventura/romance e outras coisas. A verdade é que Scott Pilgrim é cheio de referências e, por isso, vamos disponibilizar, aqui no Cactus, o guia elaborado pela revista Empire, para entender melhor o filme e identificar as referências.

A primeira grande referência está relacionada ao universo dos games. As influências são muitas, as mais perceptíveis são Double Dragon e Super Mario Brothers. Os famosos games da Nintendo! Uma das referências: a própria banda do Scott, Sex Bob-omb é o nome de um vilão do Super Mario.

John Hughes é um dos ícones dos anos 80, tendo dirigido filmes que marcaram a década, como Clube dos Cinco, Antes Só do que Mal Acompanhado e, principalmente, Curtindo A Vida Adoidado, com Mathew Broderick. Esses filmes são grandes influências para Edgar Wright e o personagem de Michael Cera parece ter o mesmo potencial icônico do Ferris Bueller de Mathew.

Bryan Lee O’Malley é o criador dos quadrinhos de Scott Pilgrim e uma de suas mais fortes influências vem dos mangás. E foi o mangá Beck (na imagem acima) de Harold Sakuishi que serviu de inspiração mais forte para O’Malley.

É claro que a música canadense não ficaria de fora dessas influências. Bryan Lee O’Malley é canadense e o nome Scott Pilgrim é derivado de uma música da banda indie Plumtree, do Canadá. A trilha sonora não poderia ter outra influência, né? As bandas Metric e Broken Social Scene estão na trilha do filme.

Para quem não conhece, Spaced é uma das séries de TV britânicas mais aclamadas e é do mesmo diretor de Scott Pilgrim, Edgar Wright. O ritmo acelerado e corrido do filme vem do estilo de Wright, conhecido através dessa série britânica.

Há uma sequência de luta no filme bastante complexa. E adivinha? Para filmá-la, Wright convocou os colaboradores dos filmes de Jackie Chan, Brad Allen e Peng Zhang.

“O jeito de fazer isso é fazer como se fosse um musical”. Foi isso que Edgar Wight disse ao jornal LA Times. Um dos elementos que produz os conflitos em Scott Pilgrim é examente a música, já que existe até uma banda no filme: a Sex Bob-omb.

O lado herói de Scott Pilgrim pode muito bem ser inspirado em Luke Skywalker, mas a influência de Star Wars é bem evidente, já que há uma cena de luta com espadas flamejantes no filme. Precisa dizer mais alguma coisa?

Nossa intenção era abraçar a pop art das histórias em quadrinhos, disse Edgar Wright. O visual não tem muito de O Cavaleiro das Trevas ou Sin City, e sim um senso de humor do Batman de Adam West, do Diabolik e do Flash Gordon.

A história de Scott Pilgrim se passa em Toronto, no Canadá. E, é claro, Edgar Wright filmou o longa na cidade canadense, apesar de a ideia de filmar em Nova York, por exemplo, ter sido cogitada.

 

Confira o trailer do filme e tente identificar algumas referências aos games:

Agora você já sabe o essencial para se preparar para o filme que já é considerado um dos mais cool dos últimos anos. Scott Pilgrim vs. The World chega ao Brasil em 22 de outubro, somente em São Paulo. O filme também está previsto para o Rio de Janeiro, mas ainda não se sabe a data. As outras capitais não terão Scott Pilgrim em seus cinemas.

Confira todos os pôsteres de Scott Pilgrim em nossa página! Clique AQUI!

 

FastFood: Seu Pitstop Quente de Notícias!

O Homem-Formiga, Belle & Sebastian, Noel Gallagher e o filme de Madonna




Um novo roteiro para o Homem-Formiga:

O super-herói da Marvel ganhará um filme só seu, com a direção de Edgar Wright, de Scott Pilgrim Contra o Mundo. O roteiro inicial foi descartado e será reescrito. A intenção é fazer do personagem Henry Pyn um agente secreto descolado. Apesar do super-herói fazer parte do time dos Vingadores da Marvel, ele não estará no filme de Joss Whedon.

Belle & Sebastian divulgam capa do novo álbum + prévia do novo single:

Acima você pode conferir a capa do mais novo álbum da banda Belle & Sebastian e, abaixo, ouça uma prévia do novo single divulgada hoje:

O álbum será lançado no dia 11 de outubro no Reino Unido, e dia 12 nos Estados Unidos.

Madonna está se dedicando completamente ao seu novo trabalho como diretora:

Parece que a dedicação da cantora é tanta que ela tem levado dias para filmas algumas cenas do seu novo filme, W.E. A cantora analisa cada tomada, o que acaba resultando em dias e dias trabalhando nas locações. A atriz Abbie Cornish que o diga: ela levou três horas para gravar uma cena de banho que terá 10 segundos de duração! O filme é sobre o romance entre o Rei Edward III e uma americana divorciada, Wallis Simpson. A história se passa em 1930.

Noel Gallagher vai entrar em estúdio!

Mas acalmem-se! O ex-guitarrista do Oasis irá colaborar com um músico, ainda não conhecido, o nome dele ainda é um mistério. Noel vai tocar bateria. Porém, o músico admitiu que já é alguém conhecido e que já teve uma ligação com ele no passado.

Fontes: NME e The Sun

As 10 Maiores Discípulas de Madonna

Saiba quais são as 10 cantoras que quase tiraram nota máxima no manual “Quero Ser Rainha do Pop”

A maior e mais influente artista feminina das últimas décadas não está no trono à toa. O símbolo da reinvenção, da sensualidade, do feminismo, da polêmica e, é claro, do talento, tem grandes discípulas e aspirantes ao trono. Mas saiba que cada uma dessas estrelas pop tem um pouco de Madonna, e mostram o quanto a rainha do pop ainda tem influência e será sempre a grande referência quando o assunto for música pop + mulher.

Assim como Madonna, Lady Gaga se tornou um ícone fashion e um referencial de moda. Não que as pessoas saiam por aí vestidas de Lady Gaga, mas é fato que o seu estilo é quase uma unanimidade no mundo da moda. Fica devendo exatamente no item abaixo: sensualidade.

Christina Aguilera transpira sensualidade e diretamente associamos a cantora à Madonna dos tempos de Erotica. Porém, a dirrty girl fica devendo quando o assunto é marketing e sua vida pessoal não é um prato cheio para a imprensa.

É impressionante como em pouco mais de 1 ano, Britney colecionou mais escândalos que Madonna em toda a sua carreira. Mas isso dá ibope! Ponto pra ela. Fica devendo em grandes performances.

Beyoncé em cima de um palco é o seu alter ego, Sasha Fierce. Sempre vem com performances de cair o queixo, sem falar nas coreografias incríveis. Mas fica devendo alguns escândalos e não é polêmica.

Assim como Madonna, Pink também assume posturas políticas e sociais. É vegetariana, luta pelos direitos dos animais… E quem não se lembra da música Dear Mr. President, em que ela ataca o ex-presidente americano George W. Bush? Mas fica devendo em sensualidade. Mas essa também não é muito a praia da Pink.

A cantora J-Lo começou sua carreira como atriz e partiu para o mundo da música. A carreira no cinema teve altos e baixos, como Selena (indicada ao Globo de Ouro) e Contato de Risco (venceu o Framboesa de Ouro como pior atriz). Entretanto, Lopez fica devendo no quesito “manter o sucesso mesmo com o passar do tempo”, afinal ela já não faz o mesmo sucesso que fazia há 10 anos.

Esta é a grande coincidência na carreira das duas cantoras. Enquanto Rihanna foi vítima de Chris Brown, Madonna sofreu agressões de Sean Penn. Rihanna foi assumindo um perfil mais down e obscuro, que não tem muito a ver com Madonna.

A cantora MIA mostra ter tanto ou mais talento até que a Rainha do Pop para fazer músicas e inovar. MIA mistura os ritmos eletrônicos como ninguém, mas Madonna já fazia isso no início do surgimento da música eletrônica. Fica devendo por fazer um som mais alternativo e não tão pop. Ok, isso não é um ponto negativo.

Com pouco tempo de carreira, Katy Perry já impressiona com tantos hits: I Kissed A Girl, Hot ‘n’ Cold, Wakin’ Up In Vegas e California Gurls. Lembra o início de carreira de Madonna. Mas não faz o estilo diva do pop.

Gwen Stefani não é o tipo de cantora conhecida por sua voz, ou por sua técnica musical, vejam só, igual a Madonna. Mas isso não a impede de fazer sucesso. Não é tão ousada e provocativa como Madonna.

Viram como não é fácil seguir a cartilha “Quero Ser Rainha do Pop”? Mas continuem meninas, vocês têm um longo caminho pela frente!

Confira a Galeria de Vídeos deste post! Clique na imagem ao lado!

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