"So I think It’s Time For Us to Have a Toast" – Kanye West (Runaway)

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Cactus on Grammy 2011: os Vencedores do Grammy

A noite da 53ª edição do Grammy Awards consagrou 3 nomes da música: Arcade Fire, Lady Antebellum e John Legend & The Roots. Lady A e o projeto de Legend com o The Roots ganharam 5 Grammys. Lady Antebellum conseguiu os seguintes prêmios: Melhor Performance Country por Duo ou Grupo, Melhor Música Country, Melhor Álbum Country, Gravação e Música do Ano. John Legend & The Roots: Melhor Álbum de R&B, Melhor Música de R&B, Melhor Performance Vocal Tradicional de R&B, Melhor Música de R&B e Melhor Álbum de R&B. A banda canadense Arcade Fire levou simplesmente o grande prêmio da noite, Álbum do Ano e saíram consagrados. O outro grande prêmio foi para Esperanza Spalding. Ela bateu Justin Bieber, Florence And The Machine, Drake e Mumford & Sons e levou o Grammy de Artista Revelação. Veja abaixo a lista com os principais vencedores:

Arcade Fire – The Suburbs

Esperanza Spalding

Lady Antebellum – Need You Now

 

 

Lady Antebellum – Need You Now

Eminem – Recovery

Lady Antebellum – Need You Now

Lady Gaga – The Fame Monster

Lady Gaga – Bad Romance

Bruno Mars – Just The Way You Are

John Legend & The Roots – Wake Up

John Legend & The Roots – Shine

Usher – Raymond V Raymond

Muse – The Resistance

Neil Young – Angry World

Them Crooked Vultures – New Fang

Train – Hey Soul Sister

Cee-lo Green – Fuck You

Rihanna – Only Girl (In The World)

La Roux – La Roux

Michael Bublé – Crazy Love

Lady Antebellum – Need You Now

The Black Keys – Brothers

Jay-Z & Alicia Keys – Empire State Of Mind

Eminem – Not Afraid

 

A lista completa com os vencedores em mais de 100 categorias está no site oficial do Grammy Awards.

 

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Cactus on Grammy: Guia para o Grammy 2011!

 

Não sabe em que canal vai ser transmitido? Tapete Vermelho? Premiação? Como assistir on-line?

Vamos divulgar aqui um guia para que você possa acompanhar a grande noite da música pop. Primeiro, o Pre-Telecast Ceremony, entrega 98 Grammys em 2 horas. O evento começa às 16h, com transmissão on-line via site oficial do Grammy: Grammy Live ou pelo YouTube.

O Tapete Vermelho começa às 21h, horário de Brasília. Mas já às 20h, o canal a cabo E! começa a sua trasmissão do aquecimento.

O grande momento, com a entrega dos prêmios principais e os grandes shows, será a partir das 23h, horário de Brasília. O canal a cabo TNT transmite para o Brasil.

Acompanhe em nosso Twitter a cobertura do Tapete Vermelho e do Grammy Awards 2011. Divulgaremos links de transmissão on-line por lá!

#EMA2010 | MTV Europe Music Awards – Grandes Momentos!

O  Cactus Cultural fez uma seleção de grandes momentos do MTV Europe Music Awards


De todas as premiações da MTV, o EMA é sem dúvidas a mais legal. Tradicionalmente, somente os artistas são premiados, não os videoclipes, e ao longo da história o EMA colecionou grandes momentos e abaixo você pode lembrar alguns deles:

George Michael – Freedom ’90 (1994 | Berlim)

Kanye West – a primeira vez foi no EMA e a vítima foi a banda francesa Justice (2006 | Copenhagen)

A cena é exibida após 1 minuto neste vídeo. É absurdamente engraçado, a começar pela frase: “[O clipe] custou 1 milhão de dólares, tinha Pamela Anderson… Eu pulava sobre Canyons. … Se eu não vencer, a premiação perde credibilidade”. Reparem na cara de constrangimento do Timbaland, no palco e o Cee Lo Green se divertindo na plateia.

Britney Spears – Baby One More Time/Crazy (1999 | Dublin)

Madonna – Music (2000 | Estocolmo)

Na camisa, uma homenagem a Kylie Minogue.

Eminem – Cleaning Out My Closet/ Lose Yourself (Barcelona | 2002)

Uma das performances do maior vencedor da história do EMA.

Christina Aguilera – Dirrty – abertura do EMA (2003 | Edimburgo)

O EMA de 2003 foi apresentado e dominado por Christina Aguilera e a briga com Kelly Osbourne apimentou ainda mais a premiação. É a edição com a maior audiência na história da premiação.

Amy Winehouse – Back To Black (2007 | Munique)

Mesmo aparentando estar bêbada, ver uma performance de Amy Winehouse é sempre incrível.

The Killers – Human (2008 | Liverpool)

O grande show da noite ficou por conta de Brandon Flowers e companhia.

U2 e Jay-Z – Sunday Bloody Sunday (2009 | Berlim)

A comemoração dos 20 anos da queda do muro de Berlim não poderia ter sido melhor.

 

Os 10 Clipes mais importantes dos 20 anos da MTV Brasil

A MTV Brasil completou 20 anos no último mês e decidimos fazer uma lista com os clipes que, de certa forma, fizeram história dentro do canal. Entre nacionais e internacionais, confira abaixo os 10 videoclipes mais significativos da história da MTV Brasil:

Obviamente é o grande marco do canal. Primeiro clipe exibido, o primeiro primeiro lugar da história do Disk MTV. O clipe foi gravado em São Paulo, e tem uma atmosfera bastante moderna e trazia a linguagem autêntica do videoclipe, colagem de imagens, montagem fragmentada e acelerada.

Smells Like Teen Spirit marcou, junto com diversos outros clipes das bandas grunge dos anos 90, uma geração de roqueiros em todo o mundo e inclusive no Brasil. A MTV e a Rádio Cidade do Rio de Janeiro, e suas vertentes pelo Brasil, ajudaram a criar uma geração de jovens fãs de Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden e Stone Temple Pilots, além de outras. Smells Like Teen Spirit é sem dúvida a música mais emblemática. Os clipes da MTV certamente ajudaram a criar essa geração grunge em terras tropicais.

Deus e o Diabo foi o primeiro clipe exibido pelo Disk MTV. Apareceu em 10º lugar e inaugurou aquele que seria o programa mais tradicional e duradouro do canal musical. O clipe seguia a linha de vários outros da época, com justaposição de imagens, ritmo acelerado outros elementos comuns da linguagem videoclíptica da época. O clipe foi gravado em Nova York.

Os maiores vencedores do VMB (ao lado da Pitty), lançaram o clipe de Ela Disse Adeus em 1998 se tornaram os grandes vencedores da premiação daquele ano. Com participação de Fernanda Torres, o clipe seguia uma linha inspirada em filmes do cinema mudo, comédias antigas e alguns elementos de Film Noir.

O Radiohead é uma das bandas mais amadas pela emissora, que talvez tenha sido uma das grandes responsáveis pela divulgação da banda no Brasil. Desde Creep, passando por Paranoid Android até 15 Step, uma das grandes bandas das últimas 2 décadas também fez história nas telas da MTV Brasil. E o clipe de Karma Police foi um dos mais marcantes.

Os Racionais MC’s fizeram história na MTV, no VMB e no rap nacional. Com o clipe Diário de um Detento, o grupo saiu das periferias e alcançou os jovens de outras classes, com a ajuda da MTV. Também fizeram parte de um dos momentos históricos da emissora, o VMB de 1998. O grupo que até hoje mantém uma postura de aversão à mídia, fez um dos maiores shows da premiação, levou o prêmio mais importante da noite e ainda provocou a plateia e a própria MTV.

Mandrake e os Cubanos é inegavelmente um dos clipes mais legais em toda a trajetória da MTV. O Skank tem vários clipes que podem ser listados na categoria melhores por alguma razão. Resposta, Uma Partida de Futebol, Garota Nacional… Todos fizeram história, mas Mandrake, de longe, é o mais incrível de todos.

Uma das grandes bandas do fim da década de 90 e início dos anos 2000, veio com o clipe Minha Alma (a paz que eu não quero), que se tornou o clipe mais premiado em uma edição do VMB, com 6 prêmios.

Por incrível que pareça, Christina Aguilera acabou entrando pra história da MTV Brasil, e não foi por aquele episódio da visita ao Disk MTV em 2000, quando, de acordo com a emissora, causou problemas com a VJ Sabrina Parlatore e nos bastidores da canal. Foi em 2006, no dia 15 de dezembro, quando foi ao ar o último Disk MTV, programa mais tradicional da MTV e que chegava ao fim quando a emissora pretendia investir em outros segmentos e levar música de forma diferente à sua audiência. O clipe que ocupava o primeiro lugar no último Disk MTV foi Hurt, da Christina Aguilera, artista que podemos representar como uma outra geração formada pela MTV, a geração teen pop, desde as boy (e girl) bands dos anos 90, passando pelas divas adolescentes, como Britney e Aguilera.

Pitty é uma das artistas mais representativas das gerações recentes, dos anos 00 da emissora. Com uma grande legião de fãs, a baiana logo chamou a atenção com Máscara, Admirável Chip Novo e Equalize, sendo este o clipe e a música que fizeram a roqueira acontecer. Ao lado dos Paralamas, Pitty é a maior vencedora da história do VMB.

Felicity e as descobertas pessoais

Por Nathielle Hó

Eu costumava ficar acordada até altas horas só para ver Felicity. Na época eu não tinha TV por assinatura, então tive que recorrer ao SBT e seus horários estapafúrdios. Todo esse esforço era recompensado com uma série que tinha um roteiro interessante e personagens críveis. Tudo isso se deve ao meu queridinho J.J.Abrams, criador de séries como Lost, Fringe, Alias e tantas outras. Felicity é uma das obras que mais gosto desse autor, isto porque a série retratou muito bem um tempo que estou vivendo: a faculdade. Quantas incertezas, quantas novidades, época de amadurecimento. Felicity, a personagem principal, passou por tudo isso. E foram quatro temporadas recheadas de momentos inesquecíveis e de mudanças.

Minha admiração por Felicity começou a partir do momento em que ela enfrenta seu pai para fazer o curso de Artes e vai atrás de seu amor platônico – Ben. Felicity era perfeita com seus cachos loiros e carinha de anjo, e seu jeito meigo. Sempre muito centrada e inteligente, às vezes ela cometia alguns atos impulsivos, afinal de contas ela é humana, ora bolas! Com certeza foi a protagonista ideal. Ela conseguiu durante as quatro temporadas conciliar faculdade, o trabalho na lanchonete Dean & Deluca com sua vida pessoal. Em falar no trabalho da Felicity, o que era aquele chefe dela? O Javier com seus trejeitos e sotaque era um dos personagens que eu mais gostava. Outro que eu amava de paixão era o Noel. Tudo bem que eu tenho uma certa queda por nerds, e Noel era um dos geeks mais fofos do mundo das séries. Um personagem como o  Noel que reúne características como inteligência, generosidade e amor pela protagonista merecia um final com ela. Mas como as séries imitam a vida e esta por sua vez é cheia de surpresas, com quem vocês acham que a Felicity acabou ficando? Claro, com o Ben, amor de adolescência. O Ben é o cara tido como popular, bonitão, atlético e pegador. Essa é a primeira impressão, mas depois outras características do personagem são reveladas. A relação difícil com sua família, a mãe submissa e o pai alcoólatra dentre outras coisas, contribuíram para que ele tivesse certa dificuldade em expressar seus sentimentos. Aos poucos vamos descobrindo que Ben é mais do que um “rostinho bonito”, porque ele vai demonstrando sua sensibilidade sendo uma pessoa muito dedicada a seus amigos, preocupado em ajudar os outros e com um grande senso de justiça.

O primeiro beijo de Felicity e Ben:

Dos personagens coadjuvantes, a que eu achava mais interessante era a Meghan. Com seu estilo gótico e jeito meio agressivo de ser, no começo parecia que ela não ia muito com a cara da sua colega de quarto, a Felicity. Mas ao longo da série ela se mostrou uma amiga fiel. Além disso, Meghan tem um dos relacionamentos mais improváveis com o fofo do Sean. Ele é muito engraçado com suas idéias estranhas de empreendedorismo. O casal sempre com discussões muito divertidas, foi o que mais terminou e voltou durante as quatro temporadas. Elena, outra personagem da trama, era uma das melhores amigas de Felicity, sempre muito responsável e com personalidade forte, orientou a loirinha em vários momentos. Já a Julie, a cantora, inicialmente era muito amiga da protagonista, mas depois se tornou uma pedra no sapato de Felicity por se envolver com o Ben. Estes personagens dão vida à história, que tem como cenário a maravilhosa Nova York dos anos noventa. Mas peraí, deixei o melhor para o final: o melhor da série eram aquelas gravações em fita cassete feitas pela Felicity. Ela utilizava o gravador para registrar tudo que estava acontecendo – como se fosse um diário. Essas fitas eram enviadas para sua amiga Sally. Eu sempre achei essa parte uma das melhores, eu ficava imaginando como seria fisicamente e psicologicamente o personagem para o qual a Felicity mandava as fitas.

Como sabemos, O J.J.Abrams adora flashbacks e viagens no tempo, pois bem, em Felicity isso também acontece. Os episódios finais com realidades alternativas é criticado por alguns e entendido por outros. Mas o certo, é que Abrams teve uma sacada genial ao fazer isso, porque o final acaba sendo inesperado. Agora será que em Lost ele conseguiu um resultado satisfatório com essas viagens no tempo?

Voltando a falar de Felicity, tudo nessa série me causa certa nostalgia, principalmente a abertura, muito bem feita com fotos em preto e branco, e ao fundo aquela música suave – “New Version of Me”, de J.J. Abrams. Ah, falando nisso, para quem gosta de colecionar trilhas de séries aí vai algumas informações: a primeira trilha sonora de Felicity foi lançada em 1999. O destaque ficou com a faixa 11 do CD, a música Puddle Of Grace, cantada pela atriz Amy Jo Johnson, a Julie. Já em 2002, com a última temporada da série indo ao ar, foi lançada a segunda trilha sonora. O CD foi intitulado “Senior Year”. Quanto aos DVD’s da série, nem adianta procurar que aqui no Brasil você não vai encontrar – o que é uma pena! Por fim, tenho que dizer que aprendi muito com Felicity, com suas escolhas, erros e acertos. Acho que já me espelhei muito nela para tomar algumas decisões amorosas e profissionais. Enfim, só posso dizer que essa série me marcou muito e que é uma das que eu recomendo muitíssimo!

Ouça Puddle Of Grace por Amy Jo Johnson:

Os Reis do Videoclipe: novo vídeo do Ok Go já é sucesso na internet!

No clipe aparecem a banda e um grupo de cães adestrados

White Knuckles é o mais novo clipe do Ok Go, banda que esteve no Brasil recentemente para se apresentar no VMB, e já contabiliza mais de 1 milhão de acessos no YouTube em apenas 24 horas de lançamento. O vocalista da banda, Damian Kulash, anunciou ainda que um novo vídeo deve ser lançado em 1 de novembro.

Assista abaixo ao clipe de White Knuckles:

O Universo Encantador de Gilmore Girls

Por Nathielle Hó

Gilmore girls está na lista das minhas séries favoritas. Isso não é à toa. A série criada por Amy Sherman-Palladino, soube explorar de forma sensível o relacionamento entre mãe e filha, mesclando comédia com momentos de drama. O que existia entre Lorelai e Rory ia além da relação convencional materna, elas eram acima de tudo amigas e confidentes. As meninas Gilmore foram as protagonistas perfeitas. Lorelai é aquele personagem que todo mundo adora: apresenta um bom humor incontestável, é piadista, independente, decidida e simpática. Já Rory, é aquela menina-mulher tímida, mas que se mostra descontraída com as pessoas que conhece, ótima filha, neta carinhosa, amiga presente e ainda por cima é super estudiosa. O título Tal mãe, tal filha que a série ganhou no Brasil reflete bem a idéia que os telespectadores têm de Lorelai e Rory: elas eram extremamente parecidas – compartilhavam do mesmo vício pelo café em quantidade excessiva, faziam citações e referências culturais que só os mais próximos entendiam, seus diálogos eram inteligentes, rápidos e engraçados, e as duas comiam as guloseimas mais calóricas do reino do fast-food e mantinham aquele corpo de dar inveja. E acima de tudo, compartilhavam as alegrias e desventuras da vida.

Abaixo você pode ver um fanmade vídeo da série e recordar:

Tudo nessa série beira a perfeição. O próprio cenário, onde muitas das cenas foram rodadas, era genial. Stars Hollow, moradia das Gilmore, é aquela cidade que tem ares de interior e clima de outono. Aí todos se conhecem, se respeitam e de uma certa forma passam a fazer parte da família um do outro. Todos sabem da vida do vizinho – o que é inevitável numa cidade pequena. Tudo é decido de forma comunitária. E os moradores dessa cidadezinha de aparência pitoresca são ingredientes à parte. Kirk (estava em todos os lugares de Stars Hollow ao mesmo tempo), Babette (a vizinha prestativa), Miss Patty (dona do salão de dança mais glamouroso que se tem notícia), Taylor (o comandante do lugar, o careta, o politicamente correto, com as suas reuniões intermináveis e exaustivas em nome da história de Stars Hollow), e senhora Kim (dona do antiquário e mãe conservadora de Lane), são personagens com facetas interessantes e que tornam a série ainda mais divertida.

Adoro coreanos, então posso dizer sem sombra de dúvida que uma das personagens que eu mais admirava era a Lane. Ela conseguiu conservar sua identidade e gostos mesmo com a mãe durona e conservadora que tinha – a senhora Kim. Rory era cúmplice de Lane, melhores amigas elas compartilhavam segredos, exemplo disso, é que só Rory sabia que Lane era uma fanática por rock’n roll. Ao longo das sete temporadas, inclusive, a coreana monta uma banda, onde atua como baterista –  a Hep Alien. Lane é uma personagem especial para a autora Amy Sherman-Palladino, porque foi inspirada em sua melhor amiga. Outra dupla de amigas que eu adorava era Lorelai e Sookie. Elas eram companheiras, amigas que compartilhavam a vida profissional e pessoal e duas pessoas divertidíssimas. O hotel Independence Inn não seria o mesmo sem elas (Lorelai – a gerente, e Sookie – a cozinheira chef mais fofa do mundo) e o recepcionista francês Michel, personagem engraçado, um tanto quanto sarcástico que aparentava certa arrogância (ao longo da série vemos que isso é só a primeira impressão que se tem dele). Uma personagem que é a versão feminina de Michel é a Paris. Ela estudou com Rory em ChiltonYale. Paris era um tanto quanto briguenta, estava o tempo todo competindo com Rory. Mas no fim acaba nascendo uma bonita amizade entre elas. Com certeza, as amizades em Gilmore Girls era um dos pontos fortes da série.

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